Casos complexos
Organização do problema e das hipóteses clínicas.
Interpretar microbiota exige compreender o que a tecnologia mede, quais limites existem e como o resultado conversa com fisiologia, sintomas e literatura.
Escrevi esta página para médicos e nutricionistas que querem aprofundar raciocínio clínico e leitura crítica de exames.

Um resultado laboratorial pode acrescentar informação, mas também pode gerar excesso de confiança quando é lido fora do contexto.
A interpretação começa pela pergunta clínica e passa pela tecnologia, pela qualidade da amostra, pela referência utilizada, pelos mecanismos fisiológicos e pela força das evidências disponíveis.
Sem uma pergunta, o exame corre o risco de produzir dados sem direção.
Método, resolução e limitações alteram o que pode ser concluído.
Relevância não é sinônimo de diferença estatística ou de presença/ausência de um microrganismo.
Sintomas, história, fisiologia e outros dados precisam conversar com a hipótese.
Separar associação, plausibilidade e causalidade evita decisões excessivas.
Esse é um dos eixos da Assessoria Científica em Microbiota Intestinal.
Organização do problema e das hipóteses clínicas.
Interpretação crítica dentro dos limites de cada método.
Conexão entre o caso e o que a evidência realmente sustenta.
Na Assessoria Científica eu acompanho médicos e nutricionistas no desenvolvimento do raciocínio clínico em microbiota intestinal.